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Vídeo · Guia prático

Blackmagic ST 2110: revisar enlace, registro NMOS e sinal recebido

Se um monitor do evento não recebe a fonte prevista, anote onde o percurso se interrompe: enlace Ethernet, lista de fontes ou saída do receptor. Este guia usa as seções do Blackmagic 2110 IP Converter 3x3G e Mini BiDirect 12G com RJ-45, além dos painéis externos Videohub Smart Control Pro e Master Control Pro. A montagem com monitores de congresso é um ensaio proposto; não é uma instalação verificada da GLMedia. As seções finais acrescentam o retorno para URSA Broadcast G2 e os controles de talkback. O modelo SFP tem uma seção própria para distinguir seus modos; esse seletor não se aplica ao modelo RJ-45.

Identifique os equipamentos e o escopo do ensaio

Registre fabricante, modelo e versão do switch, do grandmaster e do painel. Este guia descreve os controles dos conversores Blackmagic indicados; para configurar a rede, é necessária a documentação dos equipamentos instalados.

Sem enlace: comece por porta, cabo e velocidade

Anote o modelo exato, a porta usada e a velocidade observada nas duas pontas. As páginas 40 e 80–81 do manual de setembro de 2026 descrevem o Mini BiDirect 12G RJ-45 e o 3x3G como conversores que podem ser conectados diretamente ou por uma rede gerenciada de 10G. A ficha do 3x3G, 10G Ethernet Port enumera 10/100/1000/10G BASE-T; não declara 2,5G nem 5G. A vazão calculada para um vídeo não comprova que uma porta de 5G possa negociar com esse equipamento.

Propomos comparar o trecho afetado com um cabo e uma porta 10G já verificados, fora de programa. Preserve a alimentação de cada unidade e altere um elemento por vez. Se o enlace aparecer, registre o que mudou e siga para registro e recepção. Caso contrário, reúna os estados das duas pontas antes de alterar o roteamento. Uma conexão direta que mostra 10G ajuda a delimitar o problema, mas ainda não comprova a montagem pelo switch.

Para a rede, as páginas 24–25 pedem switch gerenciável com IGMPv3 snooping e atenção a PTP. A tabela de modelos testados desta edição inclui Netgear M4300-96X, não M4300-16X. Peça configuração, firmware e validação do modelo realmente instalado; não proponha uma compra apenas por compartilhar a família M4300.

Sem enlace: comece por porta, cabo e velocidade
Estado observadoTeste propostoComo continuar
Sem enlace EthernetComparar porta, cabo e velocidade com um trecho 10G verificado.Se o estado mudar, documentar o elemento; depois verificar o sinal.
Há enlace, faltam fontes ou destinosRevisar modo NMOS, registro e nomes/unidades.Se a lista aparecer, escolher uma rota fora de programa.
A rota está escolhida, falta imagem ou áudioConferir PTP, receptor, saída física e sinal.Registrar o que chega ao conversor e ao monitor.

O painel não encontra o registro NMOS

O manual Videohub Hardware Control de março de 2025, página 11 orienta conectar o painel por USB, abri-lo no Blackmagic Videohub Setup e escolher Control Panel → controller settings → NMOS controller. As opções para selecionar um Videohub por nome ou IP correspondem ao modo Videohub controller; confira qual está ativo antes de diagnosticar um registro NMOS.

Em Setup, Network Settings, a página 21 permite inserir o IP do NMOS Registry ou marcar auto para descobri-lo. Registre IP, máscara e gateway do painel, endereço do registro, software interno e método testado. Coordene os endereços com quem administra a rede para evitar conflitos. Salve a configuração anterior com save config, página 22, antes de modificar o painel.

Os conversores têm seu próprio ajuste: Blackmagic Converters Setup → 2110 → NMOS Registry, página 32. Ali também se escolhe descoberta automática ou IP manual. Compare o registro do painel e dos conversores. Se outro programa descobre as unidades e o painel continua sem listá-las, preserve as duas capturas e versões; não declare falha do vídeo nem incompatibilidade com todos os registros de terceiros. O manual não fornece correção específica para Master Pro 11.0 com esse sintoma. Identifique a versão instalada antes de preparar o ensaio.

Propomos testar uma seleção pelo receptor e outra pelo painel com a mesma fonte e destino, em uma pausa técnica. Se a seleção do receptor funcionar, esse resultado delimita o percurso ensaiado; ainda será necessário revisar a integração do painel.

Identifique quem envia e quem recebe antes de pressionar Take

Em Converters Setup, o modelo aparece na tela inicial e Setup informa a versão interna, páginas 27–28. Anote unidade e função: sender descreve o que sai do conversor; receiver seleciona o que entra. Para um retorno a um monitor, siga fonte SDI → conversor emissor → rede → conversor receptor → SDI para o monitor. É um mapa proposto a completar com as conexões reais.

As páginas 29–30 orientam abrir a lupa do campo receiver, escolher a fonte disponível e pressionar select. A lista mostra dados do nó e rótulo da fonte. Confira ambos: nomes parecidos podem representar unidades diferentes. No 3x3G, Inputs identifica as entradas SDI e Outputs as saídas, páginas 82–83. Escreva também o número físico e o receptor conectado; alterar um rótulo não altera o cabeamento.

Para Smart Control Pro, configure os botões antes de operar. Em cut bus, o destino está atribuído; em XY, escolha destino e depois fonte. A página 13 do manual do painel descreve que, com Take habilitado, a mudança espera confirmação. No Master Control Pro, dest e src selecionam destino e fonte, e Take confirma, páginas 12–13. O guia do Smart Control Pro detalha o mapa de botões e a cópia de ajustes.

Fonte selecionada: verifique PTP e a saída do receptor

Com um grandmaster externo conectado à rede, a página 31 do manual dos conversores indica PTP follower only para impedir conflito de relógio. Compare Domain Number com o grandmaster; o manual menciona 127 como habitual, não obrigatório. Observe Master e PTP Lock e anote o estado. Se não houver lock, revise a configuração de sincronismo com o responsável pela rede antes de considerar a rota verificada. Ter a data de NTP correta não substitui essa verificação de PTP.

No 3x3G, as páginas 81–82 permitem selecionar Outputs, escolher a saída SDI e depois o stream com set. Volte à prévia e selecione essa mesma saída com o botão numerado. A página 80 orienta pressionar duas vezes um botão numerado para alternar entrada/saída; o ícone de tela mostra o modo. Se estiver olhando a entrada local ao diagnosticar um retorno IP, poderá estar observando outro sinal.

No Mini BiDirect 12G RJ-45, página 40, IP Input Lock indica lock no sinal IP de entrada; SDI Input Lock corresponde à entrada SDI local. Registre qual indicador está aceso. Mesmo com IP Input Lock ativo, confira a saída SDI, o formato aceito pelo monitor e o áudio necessário a esse destino. Se o conversor mostrar recepção mas o monitor continuar preto, teste o trecho de saída separadamente.

ST 2110 separa vídeo, áudio e dados auxiliares; a página 25 descreve seu roteamento independente. Propomos conferir imagem reconhecível, áudio do retorno e dados necessários ao evento, além da volta à fonte inicial. Um teste apenas com imagem não comprova que áudio ou tally dessa montagem estejam resolvidos.

Fonte selecionada: verifique PTP e a saída do receptor
Equipamento ou campoO que indica segundo o manualO que falta conferir
PTP Lock / Master / Domain NumberEstado de sincronismo e relógio selecionado, p.31.Domínio e grandmaster acordados; recepção estável no ensaio.
3x3G: saída escolhida e préviaStream direcionado a uma saída SDI, pp.80–82.Mesma saída na tela e no cabo; imagem/áudio no monitor.
Mini BiDirect 12G: IP Input LockLock no sinal SMPTE-2110 de entrada, p.40.SDI Out e receptor final; não confundir com SDI Input Lock.

Registre o percurso testado e prepare o retorno

Use a ficha de enlace, NMOS e recepção, em branco. Inclui modelos, versões, portas, registro, fonte/destino, PTP e observações do monitor. Separe estado inicial, mudança proposta e resultado efetivamente observado. Não configuramos unidades nem medimos recepção, atraso ou continuidade de sinal.

Salve os ajustes anteriores e combine como voltar à fonte de programa antes do ensaio. Para uma rede com switches diferentes, domínios separados ou registro de terceiros, peça a documentação exata; este guia não fornece configuração universal.

Acrescente o percurso ao plano de continuidade e ao mapa de gravação do evento. O serviço de processamento de vídeo da GLMedia permite revisar fontes e destinos do projeto a partir desse esquema e de seus requisitos.

Retorno de câmera: separar imagem, tally e voz

Desenhe o retorno da produção até a câmera e anote o conversor e as versões das duas pontas. Teste imagem, tally, controle e voz separadamente: uma dessas tarefas funcionando não comprova as demais.

URSA Broadcast G2: siga o retorno e compare ATEM Camera ID

Para revisar uma câmera que entrega imagem mas não responde ao controle, desenhe também o percurso de volta. O manual dos conversores, setembro de 2026, páginas 40–42 mostra o Mini BiDirect 12G recebendo a saída SDI da câmera e entregando o retorno SDI. Identifique os modelos exatos de ATEM, conversor do lado de controle, rota IP e câmera. A saída da câmera para a produção não comprova que o retorno com dados de controle chegue.

Na URSA Broadcast G2, a página 58 do manual de novembro de 2025 usa 12G-SDI In para receber programa, tally, talkback e controle. Conecte ali o retorno previsto de SDI Out do Mini, conforme o mapa acordado. Mantenha pressionado o botão program para ver a imagem de retorno e confira se é a fonte esperada. Se não aparecer, siga o diagnóstico de receptor e saída das seções anteriores antes de modificar IDs.

O Mini BiDirect tem ATEM Camera ID em Converters Setup → Setup → SDI Camera Control, página 42. O fabricante pede que corresponda ao número de entrada do ATEM. Na URSA Broadcast G2, ATEM Camera ID fica em Setup, página 3 de ajustes, página 118 do manual. Anote os dois valores e a entrada real; o nome da câmera ou o destino do painel não substitui esse número.

Propomos selecionar uma câmera fora de programa, conferir seu tally ao enviá-la ao programa e ensaiar um ajuste de controle acordado, registrando estado inicial e retorno. Confira câmera e conversor separadamente: um deles mostrar tally não comprova todos os comandos. O modelo e o firmware do ATEM devem ser cotejados antes de considerar a combinação completa compatível.

A página 118 pede Reference Source em program para controle pelo ATEM, exceto quando o switcher e todas as câmeras usam referência externa. A página 119 avisa que alterar a referência pode causar corte momentâneo. Registre o esquema de sincronismo e revise-o durante a preparação; não altere esse ajuste em produção para testar se o tally aparece.

URSA Broadcast G2: siga o retorno e compare ATEM Camera ID
Ponto do percursoO que observarO que deixa pendente
Mini SDI Out → URSA G2 12G-SDI InImagem de retorno prevista ao manter program pressionado.Controle, tally e talkback exigem seus próprios testes.
ATEM Camera ID do Mini e da câmeraValores e número de entrada real do ATEM.Modelo/firmware do ATEM e resposta do equipamento.
Reference Source da URSA G2Program ou referência externa do esquema documentado.Mudanças fora de produção; observar retorno e estabilidade.

Talkback: separe a escuta do fone e o microfone

O Mini BiDirect 12G RJ-45 usa um headset com microfone em seu XLR de cinco pinos, páginas 40–42. Já a URSA Broadcast G2 oferece escuta e talkback por seu jack de 3,5 mm, página 57. Identifique onde o operador está conectado. Os ajustes de um headset conectado ao Mini não são os ajustes do headset da câmera.

No Mini, + e − alteram o nível de escuta. Para ajustar o microfone, mantenha talk pressionado e use + ou −. O manual indica que pressionar talk duas vezes deixa o microfone ativado até outra pressão dupla. Audio → Talkback em Converters Setup também separa Headphone level e Microphone level. Anote o estado de talk; aumentar a escuta não aumenta o microfone enviado. As páginas 44–45 descrevem os mesmos controles para Mini BiDirect 12G SFP.

Para escuta na URSA Broadcast G2, a página 119 descreve Program Audio Source: switcher prioriza o áudio de retorno; AFV prioriza microfones internos ou XLR da câmera e é o ajuste padrão. Program Mix equilibra som da câmera/programa com talkback, conforme a visualização mostrada. Headset Mic ajusta o microfone e Sidetone Level a escuta da própria voz. Registre qual fonte quer ouvir e o que o LCD mostra antes de alterar a mixagem.

Teste nos dois sentidos: o controle fala e o operador escuta; depois o operador fala e o controle confirma recepção. Escute programa, gravação e retorno separadamente para conferir cada destino. Ouvir a própria voz pelo sidetone não comprova que ela chegou ao controle.

O manual da URSA G2, página 57, situa talkback nos canais SDI 15 e 16. Os dados auxiliares seguem outro percurso: o manual dos conversores, página 31, descreve ST 2110-40. Não use um teste de áudio como prova de CCU. Para integrar intercom externo ou mudar atribuições, são necessários os manuais do ATEM e da interface exatos; esta seção não define o cabeamento de uma interface de intercom externo.

Mini BiDirect SFP: conferir módulo e modo

A seção do Mini BiDirect 12G SFP, páginas 43–45 distingue módulos Ethernet de módulos SDI ópticos. Em Converters Setup → Setup → SFP Module, SDI Optical corresponde ao módulo SDI e Ethernet Optical ao módulo Ethernet. Registre referência do módulo, modo e formato das duas pontas antes do ensaio. Esse seletor pertence ao modelo SFP; o Mini RJ-45 não tem esse módulo.

A página 43 também diferencia o indicador de entrada: aceso quando há lock em sinal SDI óptico e piscando ao receber SMPTE-2110 IP. Não copie a leitura do LED do modelo RJ-45 para este equipamento. Observe depois o retorno no receptor; o indicador sozinho não verifica áudio, tally nem CCU.

O manual respalda o seletor do Mini SFP. Para combiná-lo com Optical Fiber 12G, é necessário identificar módulo, versão e documentação das duas unidades; ensaie imagem, tally e talkback separadamente.

Preencha a ficha de retorno, controle e talkback, em branco. Acrescente IDs, referência, controles de escuta/microfone, módulos e resultado por função. Relacione o ensaio com o intercom de direção, câmeras e palco e com o planejamento de câmeras. Para revisar rotas e conversores, use o serviço de processamento de vídeo da GLMedia.

Mini BiDirect SFP: conferir módulo e modo
EvidênciaEscopoVerificação a fazer
Funções que o ensaio deve conferirConferir enlace, tally de programa e talkback separadamente.Módulo, versões, formato e cada função da própria montagem.
Manual Mini SFP, p.45Seletor SDI Optical / Ethernet Optical para o módulo usado.Modo real e compatibilidade do equipamento da outra ponta.
Ensaio propostoRetorno, tally, controle e voz conferidos separadamente.Resultado, arquivo de teste se corresponder e retorno ao estado inicial.

Perguntas frequentes

Por onde começar se o 3x3G mostra N/C ao ser conectado ao switch?

Registre porta, cabo e velocidade nas duas pontas. Propomos comparar com um trecho 10G verificado, mudando um elemento por vez fora de programa. Se o enlace aparecer, siga para registro e recepção; caso contrário, preserve os estados antes de alterar NMOS.

Uma porta de 5G é suficiente para o Blackmagic 2110 IP Converter 3x3G?

A ficha enumera 10/100/1000/10G BASE-T e não declara 2,5G nem 5G. Um sinal precisar de menos de 5 Gbit/s não comprova negociação compatível. O manual apresenta o percurso com 10G. Confira a porta exata e o sinal; enlace em velocidade menor não comprova capacidade para a montagem.

A lista de equipamentos testados inclui Netgear M4300-16X?

A edição de setembro de 2026 lista M4300-96X entre os modelos testados; não lista M4300-16X. Preserve essa diferença e peça documentação do modelo e firmware instalados.

Onde selecionar NMOS em um Videohub Smart Control Pro?

Abra o painel por USB no Blackmagic Videohub Setup. Em Control Panel → controller settings, escolha NMOS controller. Depois revise NMOS Registry em Setup: IP manual ou auto, segundo o manual de março de 2025. Configure e confira os botões do Smart; selecionar o modo sozinho não verifica uma rota.

Qual registro NMOS revisar se os conversores aparecem em outro programa mas não no painel?

Compare o registro escolhido no painel e em Converters Setup → 2110, junto com IP, máscara, gateway e versões. Salve capturas das unidades mostradas por cada programa. Propomos ensaiar a mesma rota pelo receptor e pelo painel para delimitar o problema. Este guia não estabelece correção específica para Master Control Pro 11.0; registre a versão instalada antes do ensaio.

Como escolher o retorno IP de uma saída SDI do 3x3G?

Em Outputs, selecione a saída SDI com set, escolha o stream disponível e confirme. Volte à prévia e mostre essa mesma saída com o botão numerado. Uma pressão dupla alterna entrada/saída; confira o ícone de modo. Depois confira o monitor conectado a esse BNC e seu áudio.

IP Input Lock do Mini BiDirect 12G confirma que o monitor recebe o retorno?

Confirma lock no sinal IP de entrada segundo a página 40. SDI Input Lock indica a entrada SDI local. Para concluir o teste, confira SDI Out, cabo, formato e sinal no monitor. Anote imagem e áudio separadamente: o LED não descreve todo o percurso posterior.

Deixo Domain Number em 127 se PTP Lock não aparecer?

Compare o domínio com o grandmaster real. O manual cita 127 como habitual, mas permite outro valor. Com grandmaster externo, indica PTP follower only nos conversores. Registre Master, Domain Number e PTP Lock; um número copiado de outra montagem não comprova sincronismo.

Onde entra o retorno do Mini BiDirect em uma URSA Broadcast G2?

De SDI Out do Mini para 12G-SDI In da URSA G2, conforme o esquema acordado. A página 58 permite manter program pressionado para ver o retorno. Confira primeiro essa imagem e depois tally, controle e talkback. A imagem enviada pela câmera não comprova o percurso de volta.

Qual ID revisar se há retorno mas tally ou controle não respondem?

Anote a entrada real do ATEM e compare com ATEM Camera ID do Mini, em Setup → SDI Camera Control, e da URSA G2, em Setup página 3. O manual do Mini pede que corresponda à entrada. Depois propomos testar tally e um ajuste de controle separadamente, fora de programa e com o ATEM exato documentado.

Altero Reference Source durante o show para testar o controle da URSA G2?

Faça essa alteração durante a preparação. A página 119 avisa que pode interromper momentaneamente a saída. A página 118 indica program para controle pelo ATEM, exceto quando switcher e câmeras usam referência externa. Registre o esquema e combine o ajuste antes do ensaio.

Por que aumentar o fone do Mini BiDirect não melhora minha voz no controle?

Escuta e microfone têm níveis diferentes. + e − ajustam o fone; mantendo talk pressionado e usando esses botões, você ajusta o microfone. Em Audio → Talkback também há controles separados. Propomos verificar se o controle recebe a voz antes de considerar o nível ajustado.

Como evitar deixar o microfone do Mini aberto depois de testar talkback?

O manual diz que pressionar talk duas vezes mantém o microfone ativado até outra pressão dupla. Registre o estado inicial e volte ao acordado após testar. Confirme com o controle que parou de receber voz; ouvir sidetone não comprova envio nem fechamento.

O que observar se nos fones da URSA G2 ouço a câmera em vez do retorno?

Em Setup página 4, revise Program Audio Source: switcher prioriza retorno e AFV microfones/XLR da câmera. Observe também a visualização do LCD e Program Mix; Headset Mic e Sidetone Level cumprem outras funções. Propomos escutar programa e talkback separadamente antes de conferir os dois sentidos da comunicação.

SDI Optical e Ethernet Optical são intercambiáveis no Mini BiDirect SFP?

Escolha o modo correspondente ao módulo instalado. A página 45 distingue SDI Optical para módulo SDI e Ethernet Optical para Ethernet. Registre módulo, formato e equipamento da outra ponta. O seletor pertence ao modelo SFP; não se aplica ao Mini RJ-45 nem comprova compatibilidade com qualquer conversor.

O tally funcionando também comprova o talkback?

Não. Teste voz nos dois sentidos, programa e dados de controle separadamente. O tally chegar comprova apenas esse percurso.

Fontes e manuais

Telefone+1 (786) 488-3435
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